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JORNAL DE AVORT

TÍTULO DA MANCHETE 1

REGIONAIS

TÍTULO DA MANCHETE 2

CLASSIFICADOS

CIDADE DE AVORT 2025

"A Coroa Silenciosa" Por Eduardo Nascimento e Silva, Membro do Clã Ventrue Avort não é uma cidade; é um testamento. Um testamento ao poder visionário do meu clã. Sir Louis Moore Cypherlight, um de nossos mais ilustres, não trouxe apenas progresso no século XIX; ele plantou a semente de uma civilização onde antes só havia caos. A Torre que domina o horizonte, o porto que bombeia o sangue do comércio, a própria ossatura industrial da cidade—tudo foi erguido pela mão firme de um Ventrue. Meu dever, como herdeiro desse legado, não é me agarrar a títulos efêmeros como "Príncipe". Títulos são barulho. Meu foco é a solidez. É garantir que a Camarilla não seja apenas mais uma facção na guerra sombria de Avort, mas a própria fundação sobre a qual a ordem se sustenta. Enquanto outros buscam o trono, eu fortaleço os seus alicerces a partir da Prefeitura, o verdadeiro centro de poder mortal. Tomemos, por exemplo, o espetáculo patético que as outras facções oferecem. O Sabá, afogando-se no lodo do porto. Os Anarquistas, brincando de revolucionários nas praias pobres. Eles não constroem; eles apenas ocupam ruínas. O Clã Ventrue, em contraste, não ocupa. Nós governamos. Governamos através do comércio, da lei e da cultura. A rápida ascensão de Luciano Castro, o descendente mortal de Louis, não é uma coincidência; é a prova da influência perene do meu clã. A não-vida, é claro, tem seus momentos de leveza. Lembro-me de uma noite no Faster, o antro de elite ao norte. Uma certa herdeira bilionária, cujo nome o dinheiro não comprou educação, dirigiu-se a mim com um desdém típico de sua nova-riqueza. "Um terno vintage não faz de você um clássico, senhor," disse ela, com um sorriso afiado. Um insulto tolo. Minha resposta foi um simples e sutil toque de Presença. Não foi necessário um comando, apenas uma sugestão de diversão. "Minha cara," respondi, calmamente, "sua fortuna pode comprar um jato, mas não a compostura. Por que não demonstra seus talentos? A pista de dança é sua." E ela foi. A herdeira, normalmente tão contida, passou a noite toda dançando com um fervor quase selvagem, um espetáculo de completa perda de controle que entreteve a todos e esvaziou sua conta de champanhe. No final, ela sequer lembrava o porquê. Foi uma lição elegante: os Ventrue não precisam quebrar ossos para quebrar egos. Nós simplesmente… conduzimos a orquestra. Portanto, que os outros clãs disputem a cortina do palco. O Clã Ventrue já escreveu a peça. Minha missão em Avort é assegurar que ela seja encenada com a devida solenidade e controle. A Camarilla será forte, não porque um Príncipe gritará ordens, mas porque a estrutura que sustenta esta cidade terá, no seu núcleo, a vontade indomável dos Reis.

"Avort é uma cidade escondida. Quem entra, quase nunca sai. Aqui tem de tudo: gente boa, gente podre... e eu no meio, limpando o que sobra. Eu não gosto de política, nem dessas conversas da Camarilla. Eu gosto é de resolver as coisas com as mãos — ou com as garras. Agora me botaram de xerife. Bonito, né? Mas a verdade é uma só: ou eu sigo o que a Camarilla manda... ou eu uso esse título pra fazer o que eu quiser, e dizer que é pela ordem. No fim, Avort continua igual — suja, viva e faminta." Pakuri, Gangrel

QUEM É QUEM

Na Sociedade Não-Viva

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VAMPIRO A MÁSCARA

INTRODUÇÃO

A Cidade de Avort é uma cidade fictícia criada e desenvolvida pelo Mestre Henrique Ciconello, idealizador e criador do 7/5/3 RPG Club. 

A Cidade de Avort é uma metrópole de 11 milhões de habitantes e situa-se no litoral paulista. 

Nesta página, você vai conhecer a cidade pelo ponto de vista dos Membros e Cainitas.

A HISTÓRIA DA CIDADE

Deserto no escuro

Em breve!

1800 - 1899

1900 - 1960

1960 - 1999

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